7 Fatos Sobre o Câncer de Próstata

  1. O Novembro azul é um movimento que visa conscientizar sobre o câncer de próstata.
  2. O câncer de próstata é o segundo tumor mais comum entre os homens.
  3. Alguns tipos do câncer de próstata podem crescer rapidamente e envolver outros órgãos.
  4. O preconceito relacionado ao toque retal é uma barreira para o diagnóstico precoce.
  5. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura.
  6. A partir dos 50 anos todo homem deve submeter-se, uma vez ao ano, ao toque retal e a dosagem do PSA no sangue.
  7. Nos casos suspeitos, recomenda-se a realização de biópsia da próstata guiada pelo ultrassom.

Fonte: Sites do Instituto Nacional do Câncer e da Sociedade Brasileira de Urologia.
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Outubro Rosa – Prevenção ao câncer de mama

outubro-rosaOutubro é o mês da conscientização do câncer de mama. Hora de se informar e de compartilhar informações sobre a doença maligna mais comum entre as mulheres e que costuma ser silenciosa e assintomática. O câncer de mama quando diagnosticado em seus estágios iniciais é curável em 95% dos casos. Use a hashtag #OutubroRosa e participe deste movimento!

No que consiste a prevenção do câncer de mama?

A prevenção do câncer de mama não implica na remoção dos fatores responsáveis pelo surgimento da doença. O objetivo primordial na prevenção é a detecção precoce em pacientes assintomáticas, aumentando as chances de cura e/ou redução das consequências mais graves inerentes à patologia.

Como é feita a prevenção?

A medida mais importante na prevenção do câncer de mama é a realização de mamografia anual em todas as mulheres acima de 40 anos. Amamentar, evitar o consumo de álcool e combater a obesidade através de mudança nos hábitos alimentares e atividade física regular são exemplos de medidas não farmacológicas que reduziriam o risco de desenvolvimento do câncer de mama.

Quando está indicado a realização de mamografia antes dos 40 anos?

A principal indicação da mamografia antes dos 40 anos é a ocorrência de história familiar de câncer de mama, principalmente quando presente na mãe e irmãs.

Vaginismo: Você sabe o que é?

vaginismoVaginismo é a dificuldade ou incapacidade de tolerar a penetração vaginal gerando transtornos de intensidade variável na vida sexual e durante exames ginecológicos.

Algumas mulheres exibem um mecanismo de defesa manifestado pela contração involuntária dos músculos pélvicos durante a penetração no ato sexual ou quando submetidas a exames ginecológicos denominado de vaginismo.

Usualmente o gatilho que desencadeia o vaginismo são situações que sejam interpretadas como ameaçadoras pela mulher como constrangimento, insegurança, vergonha ou medo do ato sexual, do exame ginecológico ou da dor que porventura possa vir a sentir. A contração reflexiva espasmódica dos músculos do períneo e vagina determinam graus variáveis de dor ou mesmo impossibilidade de se prosseguir o ato sexual ou exame médico. Vaginismo não pode ser confundido com dor durante a relação, pois resume-se apenas a dor na penetração.

Tratamento do Vaginismo

O tratamento é multidisciplinar incluindo fisioterapia, psicoterapia e em alguns casos uso de ansiolíticos para reduzir a ansiedade. Mais recentemente, indica-se nos casos refratários o uso da toxina botulínica (botox) nos músculos do assoalho pélvico e períneo.

Fonte:

Reissing, E.D., Binik, Y.M., Khalifé, S. et al. Vaginal spasm, pain and behavior: an empirical investigation of the diagnosis of vaginismus. Arch Sex Behav (2004) 33: 5.

Van der Velde, J., Laan, E. & Everaerd, W. Vaginismus, a component of a general defensive reaction. An investigation of pelvic floor muscle activity during exposure to emotion -inducing film excerpts in womwn with and without vaginismus. Int Urogynecol J (2001) 12: 328.

Shirin, G, Masoomeh, N. Botulin treatment of refractory vaginismus. Obstet Ginecol (2004) 104 (5):922-925.

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7 Informações Sobre o Líquido Amniótico

liquido-amniotico

  1. Os principais contribuintes para a formação do líquido amniótico (LA) são a urina fetal e a secreção pulmonar.
  2. A deglutição fetal exerce importante papel na remoção do LA.
  3. Amortece os traumas mecânicos.
  4. Tem efeito protetor antimicrobiano.
  5. É essencial para o desenvolvimento dos sistemas digestório, respiratório e músculo-esquelético.
  6. Contém nutrientes e fatores de crescimento comparáveis ao leite materno.
  7. É uma fonte de células tronco.

Alterações que aumentem ou diminuem a quantidade LA pode levar a graves consequência para a saúde do bebê. Por isso mesmo, o LA é considerado um radar do bem estar fetal e a sua avaliação deve estar presente em todos as ultrassonografias obstétricas.

Fonte: Amniotic fluid dynamic 2007 © Moghazy www.thefetus.net.
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Atendimento humanizado é a nossa imagem

Humani - atendimento humanizado

A valorização do paciente é a base do atendimento humanizado.

O conceito de humanização na medicina não é algo novo como muitos possam imaginar. Hipócrates, em 460 AC, já vaticinava: “As doenças não são consideradas isoladamente e como um problema especial, mas é no homem vítima da enfermidade, com toda a natureza que o rodeia, com todas as leis universais que a regem e com a qualidade individual dele, que [o médico] se fixa com segura visão.” Valorizar o doente e não a doença e seus sintomas gera uma significativa mudança no vínculo médico-paciente com repercussões positivas tanto no diagnóstico quanto no tratamento do paciente.

Humanizar o atendimento é uma tarefa difícil, processual e dinâmica e não pode se resumir apenas a uma abordagem gentil. Faz-se necessário que o atendimento de excelência contemple também a competência e ética profissional e o uso de recursos materiais de última geração.

Para nós, da clínica Humani, promover saúde e humanizar a sua atenção assume total protagonismo na construção do vínculo médico-paciente, pautando-se para tal, na qualidade e na excelência do atendimento.

Fonte:

Alves, ANO, Moreira, SNT, Azevedo, GD, Rocha, VM, Vilar, MJ. A humanização e a formação médica na perspectiva dos estudantes de medicina da UFRN-Natal-RN-Brasil. Rev Bras Educ Med. 2009;33(4):555-561.

Caprara, A, Franco, ALS. A relação paciente-médico: para uma humanização da prática médica. Cad. Saúde Pública. 1999;15 (3),647-654.

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