O medo do câncer e a importância da prevenção

Rear View of a Thoughtful Young Woman Facing at the River while Sitting on a Long Concrete Bench and Hugging her Legs

Câncer é uma palavra que inspira medo e desesperança. Um flagelo que consome recursos financeiros, físicos, intelectuais e emocionais. A doença é de tal modo frequente que seremos tocados por ela quer por nos tornarmos pacientes ou por estar presente em familiares ou amigos.

O câncer surge quando ocorre um colapso dos mecanismos que regulam o crescimento, a proliferação e a morte celular. O termo câncer é utilizado genericamente para mais de 100 diferentes tipos de tumores malignos. Esta doença tem início quando um indivíduo é exposto a agentes que causam câncer, hábitos como o tabagismo ou determinadas dietas e também decorrente de herança genética.

Todavia, há muito que se pode fazer para prevenir, curar e aliviar este sofrimento. Cerca de um terço dos 10 milhões de casos de câncer descobertos a cada ano no mundo, pode se prevenido com o conhecimento existente hoje. Em locais onde há investimento e programas de saúde pública, a detecção precoce e tratamento adequado é possível em cerca de mais um terço destes pacientes. E mesmo nos casos mais graves, cuidados paliativos e controle da dor, medidas com baixo impacto financeiro, podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes e familiares.

Fonte: Organização Mundial de Saúde.
Imagem: Fotolia.

7 Fatos Sobre o Câncer de Próstata

  1. O Novembro azul é um movimento que visa conscientizar sobre o câncer de próstata.
  2. O câncer de próstata é o segundo tumor mais comum entre os homens.
  3. Alguns tipos do câncer de próstata podem crescer rapidamente e envolver outros órgãos.
  4. O preconceito relacionado ao toque retal é uma barreira para o diagnóstico precoce.
  5. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura.
  6. A partir dos 50 anos todo homem deve submeter-se, uma vez ao ano, ao toque retal e a dosagem do PSA no sangue.
  7. Nos casos suspeitos, recomenda-se a realização de biópsia da próstata guiada pelo ultrassom.

Fonte: Sites do Instituto Nacional do Câncer e da Sociedade Brasileira de Urologia.
Imagem: Fotolia.

Outubro Rosa – Prevenção ao câncer de mama

outubro-rosaOutubro é o mês da conscientização do câncer de mama. Hora de se informar e de compartilhar informações sobre a doença maligna mais comum entre as mulheres e que costuma ser silenciosa e assintomática. O câncer de mama quando diagnosticado em seus estágios iniciais é curável em 95% dos casos. Use a hashtag #OutubroRosa e participe deste movimento!

No que consiste a prevenção do câncer de mama?

A prevenção do câncer de mama não implica na remoção dos fatores responsáveis pelo surgimento da doença. O objetivo primordial na prevenção é a detecção precoce em pacientes assintomáticas, aumentando as chances de cura e/ou redução das consequências mais graves inerentes à patologia.

Como é feita a prevenção?

A medida mais importante na prevenção do câncer de mama é a realização de mamografia anual em todas as mulheres acima de 40 anos. Amamentar, evitar o consumo de álcool e combater a obesidade através de mudança nos hábitos alimentares e atividade física regular são exemplos de medidas não farmacológicas que reduziriam o risco de desenvolvimento do câncer de mama.

Quando está indicado a realização de mamografia antes dos 40 anos?

A principal indicação da mamografia antes dos 40 anos é a ocorrência de história familiar de câncer de mama, principalmente quando presente na mãe e irmãs.

Vaginismo: Você sabe o que é?

vaginismoVaginismo é a dificuldade ou incapacidade de tolerar a penetração vaginal gerando transtornos de intensidade variável na vida sexual e durante exames ginecológicos.

Algumas mulheres exibem um mecanismo de defesa manifestado pela contração involuntária dos músculos pélvicos durante a penetração no ato sexual ou quando submetidas a exames ginecológicos denominado de vaginismo.

Usualmente o gatilho que desencadeia o vaginismo são situações que sejam interpretadas como ameaçadoras pela mulher como constrangimento, insegurança, vergonha ou medo do ato sexual, do exame ginecológico ou da dor que porventura possa vir a sentir. A contração reflexiva espasmódica dos músculos do períneo e vagina determinam graus variáveis de dor ou mesmo impossibilidade de se prosseguir o ato sexual ou exame médico. Vaginismo não pode ser confundido com dor durante a relação, pois resume-se apenas a dor na penetração.

Tratamento do Vaginismo

O tratamento é multidisciplinar incluindo fisioterapia, psicoterapia e em alguns casos uso de ansiolíticos para reduzir a ansiedade. Mais recentemente, indica-se nos casos refratários o uso da toxina botulínica (botox) nos músculos do assoalho pélvico e períneo.

Fonte:

Reissing, E.D., Binik, Y.M., Khalifé, S. et al. Vaginal spasm, pain and behavior: an empirical investigation of the diagnosis of vaginismus. Arch Sex Behav (2004) 33: 5.

Van der Velde, J., Laan, E. & Everaerd, W. Vaginismus, a component of a general defensive reaction. An investigation of pelvic floor muscle activity during exposure to emotion -inducing film excerpts in womwn with and without vaginismus. Int Urogynecol J (2001) 12: 328.

Shirin, G, Masoomeh, N. Botulin treatment of refractory vaginismus. Obstet Ginecol (2004) 104 (5):922-925.

Imagem: Fotolia

7 Informações Sobre o Líquido Amniótico

liquido-amniotico

  1. Os principais contribuintes para a formação do líquido amniótico (LA) são a urina fetal e a secreção pulmonar.
  2. A deglutição fetal exerce importante papel na remoção do LA.
  3. Amortece os traumas mecânicos.
  4. Tem efeito protetor antimicrobiano.
  5. É essencial para o desenvolvimento dos sistemas digestório, respiratório e músculo-esquelético.
  6. Contém nutrientes e fatores de crescimento comparáveis ao leite materno.
  7. É uma fonte de células tronco.

Alterações que aumentem ou diminuem a quantidade LA pode levar a graves consequência para a saúde do bebê. Por isso mesmo, o LA é considerado um radar do bem estar fetal e a sua avaliação deve estar presente em todos as ultrassonografias obstétricas.

Fonte: Amniotic fluid dynamic 2007 © Moghazy www.thefetus.net.
Imagem: Fotolia